Sacolinhas Plásticas em números (e que números!)

– Cada família brasileira usa em média 66 sacolas plásticas por mês;

– Cada sacolinha comum demora 200 anos para se decompor na natureza;

– Cada sacolinha de plástico oxibiodegradável demora 18 meses para se decompor;

– Em 2006 firam vendidas 500 bilhões de sacolas plásticas no mundo;

– Uma sacola de feira na feira livre de Vila Isabel (RJ) custa 4 reais e vêm em várias cores.

– Uma Ecobag Louis Vuitton custa 1720 dólares.

– 2010 é o ano em que a França terá abolido as sacolinhas plásticas de todo o seu terrítório.

– Já Bangladesh proibiu a fabricação e uso de sacolinhas plásticas desde 2002, após descobrir que elas eram a principal causa de suas catastróficas enchentes.

Quinze centavos de Euro é o valor que os Irlandeses pagam por cada sacola plástica consumida. O consumo caiu em 90% após implementaçção da taxa.

– Na África do Sul comercializar as sacolinhas plásticas é crime e pode deixar o responsável 10 anos na cadeia ou 13 mil dólares mais pobre.

Nenhuma lei regula ou proíbe o consumo de sacolinhas plásticas na Inglaterra. Mas a moda entre os descolados é substitui-las por Ecobags.

– Já em Taiwan, 0 é o número de sacolinhas plásticas. Elas foram banidas, tal como seus parentes: os pratos e talheres descartáveis.

– Nos EUA o consumidor escolhe entre duas opções na hora de levar mercadorias para casa: plástico ou papel. Mas algumas cidades como São Francisco aboliram definitivamente as sacolinhas plásticas em mercados e farmácias.

– No Brasil o estado de Santa Catarina possui dois projetos de lei sobre o assunto. Já em São Paulo, o governador vetou o projeto que regulamentava a utilização de plásticos oxibiodegradáveis baseado em um relatório do impacto de suas substâncias e na falta de consenso a seu respeito na comunidade científica. A discussão continua.

Aqui no blog, defendemos a utilização de sacolas reutilizáveis e renúncia aos plásticos.

Os dados deste post foram retirados da sessão SuperNovas, editadas pelo Marcos Nogueira, da revista Super Interessante. A matéria original, “Cortar o saco para salvar o mundo” foi escrita pelo jornalista Pedro Burgos na edição de Novembro de 2007.

Foto cortesia de minkaminka via Flickr.

Comments
7 Responses to “Sacolinhas Plásticas em números (e que números!)”
  1. bianca says:

    eu estou na escola faze uma noticia do plastico voce pemata fotos brigassssssssssssssssssssssssssssss

  2. EU TAMBEM GOSTARIA MUITO QUE O BRASIL ABOLISSE DE UMA VEZ POR TODA AS SACOLAS PLASTICAS, PENA QUE NOSSOS GORVERNANTES ESTÃO PREOCUPADOS SOMENTE COM ELEIÇÕES E TROCA DE PARTIDOS. MAS FAZER OQ NÉ A CULPA É NOSSA MESMO DE NÃO ESCOLHER DIREITO ESSES POLITICOS CORRUPTOS.

  3. Lethy! says:

    Olá! Concordo com vocês e dou o maior apoio!
    Se prescisarem..
    Eu creio que o mundo depende das ações de todos nós e mais ainda do governoo!!
    Então que tal começarmos já? Façamos nossa parte!

  4. Thaís says:

    opa gente, achei as informações bem legais, mas queria saber qual a fonte delas! obrigada!

  5. marcos says:

    Que tal começarmos pela raiz do problema???antes de qualquer um começar a falar sobre plastico vamos pedir que todo mundo pare de usar combustivel fossil… isso mesmo antes de começarmos a escrever sobre isso vamo parar de usar nossos carros e ai veremos sim as sacolinhas acabando, e acabando de verdade, por que por enquanto o maximo que fazemos é jogarmos esse plastico de alguma outra forma no lixo, já que ele é só a escoria da nossa maravilhosa gasolina….paremos de usar carro e não sera viavel se produzir plasticos…enquanto continuarmos a usar os combustiveis fosseis, qualquer coisa sobre plastico é só conversa para ingles ver

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  1. […] 2008 Se você lê esse blog há algum tempo, já sabe que não gostamos nem um pouco de sacolas plásticas ou bandeijinhas de isopor. Na verdade, o problema da embalagem é um que assola nosso dia-a-dia. […]

  2. […] eu não vou me repetir falando sobre o quanto as sacolas plásticas são ruins. Isso você pode ver aqui, aqui e aqui. Eu fiquei sabendo da história por outro caminho, o Portal da Propaganda, via […]



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